
Nos bastidores
do próximo capítulo
Como qualquer cor, isto também precisa do seu tempo de revelação. Estamos a preparar uma nova casa digital para o RetroVisor — entretanto, fica a conhecer quem está por detrás do espelho.
Autobiografia
Joana Jusa
O percurso de Joana Jusa na coloração criativa começou em 2010, com a abertura do seu próprio espaço, onde encontrou a liberdade para explorar uma linguagem artística muito própria através do cabelo.
Numa fase inicial, desenvolveu grande parte do seu trabalho de forma autodidata, movida pela curiosidade e pela vontade constante de experimentar. Rapidamente percebeu que a evolução exigia uma visão mais ampla e passou a investir de forma consistente em formação internacional, procurando diferentes culturas, técnicas e diferentes abordagens à cor e à identidade.
Em 2014 integrou a equipa de Embaixadores da Schwarzkopf Professional, marca da qual continua a fazer parte enquanto formadora e elemento da equipa artística. Ao longo do seu percurso colaborou também com outras marcas de referência do setor.
O seu trabalho tem sido distinguido além-fronteiras, com participações e nomeações em alguns dos mais prestigiados concursos internacionais da indústria, entre eles o International Hairdressing Awards e o One Shot Hair Awards by Behind the Chair.
Paralelamente ao trabalho diário em salão, tem desenvolvido uma carreira dedicada à formação e à partilha de conhecimento, conciliando-a com participações em eventos e semanas de moda internacionais, integrando a equipa liderada por Guido Palau.
Atualmente é proprietária e diretora criativa do RetroVisor – Hair Identity Lab, um espaço onde a cor é encarada como uma ferramenta de expressão e construção de identidade. Mais do que criar cabelos visualmente marcantes, procura desenvolver trabalhos profundamente personalizados, onde técnica, criatividade e individualidade coexistem para revelar a essência de cada pessoa.
Ao longo de mais de quinze anos de carreira, tem mantido uma visão clara: usar a criatividade não como um fim em si mesmo, mas como um meio para ajudar cada cliente a encontrar uma versão mais autêntica de si.
Para Joana, a cor nunca foi o destino. Sempre foi a linguagem. Porque acredita que cada cabelo pode ser o reflexo mais honesto da identidade de quem o habita.